
A partir de uma mentoria exclusiva com Mariano Gomide de Faria, uma das principais referências globais em varejo, tecnologia e estratégia. Um líder que atua na linha de frente de transformações reais, combinando visão de longo prazo, disciplina de execução e profundo reconhecimento do mercado internacional.
Fazer parte de um comitê tão seleto, como o da Bora Varejo, ao lado de líderes que constroem negócios em escala e assumem o impacto de suas decisões, reforça uma convicção da Invent: produtividade não é discurso, é consequência direta de escolhas difíceis, estruturais e muitas vezes desconfortáveis.
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O debate internacional já não gira em torno de “usar IA”. A conversa avançou para um nível mais profundo. Que processos ainda existem apenas porque sempre existiram. E quais decisões continuam sendo tomadas por pessoas quando já poderiam ser melhores, mais rápidas e mais consistentes se fossem automatizadas.
IA não como área, mas como forma de trabalhar
Um dos pontos centrais da mentoria foi direto e provocador. IA não é uma nova área dentro da empresa, assim como nunca existiu uma “área de Excel”. Ela passa a ser a forma esperada de expressão do trabalho. Quem não se expressa por meio de IA simplesmente perde competitividade no modelo atual.
Isso muda completamente a lógica de produtividade. O ganho não vem de acelerar tarefas existentes, mas de questionar se elas ainda deveriam existir. Automatizar um processo ruim é, nas palavras de Mariano, um dos piores resultados possíveis de um bom time técnico.
Eliminar processos antes de automatizar tarefas
Na mentoria, esse ponto apareceu de forma recorrente. O verdadeiro impacto da IA não está em automatizar processos manuais, mas em eliminá-los. E é importante encarar o efeito colateral dessa decisão. Quando um processo deixa de existir, o cargo associado a ele também deixa de fazer sentido.
Esse raciocínio ajuda a explicar por que tantas empresas continuam com baixa produtividade mesmo investindo em tecnologia. Elas mantêm estruturas inteiras para sustentar exceções, conferências e validações que só existem porque os sistemas não estão conectados.
Na NRF 2026, esse discurso apareceu com clareza. As empresas mais eficientes não falam em “fazer mais com menos” como slogan. Elas falam em fazer menos coisas inúteis e decidir melhor onde realmente importa.

Produtividade, personalização e margem caminham juntas
Outro ponto forte da mentoria foi o impacto econômico da IA. A projeção apresentada é contundente. Margens que hoje giram entre 5% e 25% tendem a se deslocar para patamares entre 15% e 50%. Empresas realmente saudáveis precisarão operar com margens mínimas mais altas para sustentar o futuro.
Isso se conecta diretamente ao que se viu na NRF. A personalização com IA não é apenas uma melhoria de experiência. Ela é um mecanismo de eficiência econômica. Quando decisões sobre preço, estoque, crédito, contratos, impostos e fluxo financeiro passam a ser contextuais e automatizadas, o desperdício diminui e a margem aparece.
Personalizar sem dados integrados é ilusão. Personalizar sem decisões automatizadas é insustentável.
Reorganização, não apenas tecnologia
A mentoria deixou claro que a adoção de IA exige reorganização estrutural. Menos camadas de gestão, maior span of control e times mais maduros, com responsabilidade acima do cargo. A VTEX, por exemplo, aumentou significativamente o número de pessoas que cada líder gerencia, reduzindo hierarquias e acelerando decisões.
Esse movimento também apareceu na NRF. Empresas mais produtivas estão redesenhando seus modelos operacionais, não apenas adicionando ferramentas. A tecnologia atua como catalisador, mas a mudança é cultural e organizacional.
Métrica de produtividade que realmente importa
Um dos pontos mais fortes compartilhados na mentoria foi a forma como performance é medida. Em vez de indicadores genéricos, metade da avaliação de performance está ligada a uma pergunta simples. Quantos processos foram eliminados nos últimos doze meses.
Essa lógica muda o jogo. Produtividade deixa de ser medida por esforço e passa a ser medida por impacto estrutural. Criar crise antes da crise, como foi dito, torna a organização mais preparada para um cenário de ruptura constante.
Onde isso encontra a realidade das empresas
Conciliações financeiras e fiscais, gestão de contratos, exceções operacionais, folha de pagamento e processos recorrentes de RH continuam sendo alguns dos maiores consumidores de tempo qualificado nas empresas brasileiras. Não por complexidade real, mas por falta de integração e excesso de validações manuais.
A tecnologia já permite decisões mais consistentes nesses pontos. O desafio não é técnico. É decisório.

O papel da Invent nesse cenário
É exatamente nesse ponto que a Invent atua. Não como fornecedora de módulos isolados, mas como parceira na eliminação de decisões manuais que travam produtividade. Conectamos soluções especializadas ao ERP para automatizar decisões críticas do negócio, respeitando governança, compliance e contexto operacional.
Do imposto ao pagamento.
Do contrato à execução financeira.
Do cadastro à gestão de pessoas.
Se a sua empresa ainda precisa contratar mais pessoas para sustentar decisões operacionais, talvez o maior ganho de produtividade esteja em questionar por que essas decisões ainda não são automáticas. Conversar com quem participa ativamente dessas discussões globais e aplica esse raciocínio na prática é um bom começo.
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